
Eu mesma, como feminista que sou há muitos anos, já me vi questionando a mim mesma sobre a importância dessa data.
Ontem, porém, quando eu ainda nem sabia o que iria escrever para esta blogagem coletiva iniciada pela Yoni, do Alma Rubra, aconteceu algo que me deixou chateada.
Um moço, que começou a me seguir no Twitter há algum tempo, e com quem percebi ter algumas afinidades, começou a escrever sobre o Dr. Elsimar Coutinho. Eu, como ativista menstrual que me sinto, disse que muitos médicos e muitas mulheres não gostavam desse médico e, ao longo da conversa que tivemos por esta rede social, eu fui chamada, direta e indiretamente, de:
* SEXISTA
* PRECONCEITUOSA
* PARANÓICA
* SECTARISTA
* PANFLETÁRIA
Não sei se preciso dizer que fiquei irritadíssima com o moço. Fui dormir chateada até.
Mas hoje acordei melhor e pensei: é por estas e outras que ainda precisamos celebrar o 8 de março. E tenho dito.