domingo, 16 de agosto de 2015

Sorvete de manjericão


Manjericão colhido em nosso quintal para fazer o sorvete


Este sorvete de manjericão é muito fácil de fazer. Basta bater no liquidificador os seguintes ingredientes:

1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
1/4 de xícara de folhas de manjericão lavadas

Deixe essa mistua no freezer por no mínimo cinco horas, em um pote tampado com um filme plástico.

Depois desse tempo no freezer, você pode fazer de duas maneiras:

1) Retirar o sorvete do freezer e servi-lo como se fosse um picolé.

2) Retirar o sorvete do freezer, bater tudo no liquidificador e voltar para o freezer um pouco antes de servir, para dar a um pouco mais de consistência de sorvete.

Se quiser fazer também uma calda de morango, há duas maneiras de fazê-la.

1.       1) Mais natural: lave e pique os morangos e bata-os no liquidificador com um pouquinho (mesmo!) de água. Depois, é só jogar esse purê por cima do sorvete.


          2) Mais doce: lave e pique os morangos, coloque-os numa panela com um pouco de água e açúcar a gosto (pense na quantidade para fazer uma caldinha). Não deixe os pedacinhos da fruta se desmancharem. Espere amornar e jogue essa calda por cima do sorvete.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Bistrô Ó-Chá

Uma das coisas que eu adoro fazer é conhecer novas casas de chá. Por isso, eu e minha amiga Ana Karina fomos ao Bistrô Ó-Chá, na região da Vila Madalena, em São Paulo (Rua Auspicuelta, 194), no último sábado.

Trata-se de um lugar muito agradável, com decoração vintage, cheio de almofadas coloridas, bules e acessórios fofos, e moças muito educadas e simpáticas nos atenderam por lá.

Para almoçar, o preço é um pouco salgado (em média 45 reais cada prato), mas também há lanches e doces deliciosos no cardápio que saem mais em conta. Eu optei por um sorvete de arroz doce que estava simplesmente divino!!! (Dá água na boca só de lembrar dele...)

Eles também servem café da manhã e da tarde, mas aí preciso fazer uma outra visita para poder falar mais.

Nos fundos da loja, há uma loja de chá. Comprei os dois abaixo e, olha, que difícil para uma libriana escolher só isso no meio de tantas opções deliciosas! O preço dos chás se inicia com R$ 32,00 por 50 gramas. A lata em que o chá vem acondicionado é bem bonita, como vocês podem ver.



Templo do Céu  foi o meu preferido. Ele leva chá oolong, nozes, amêndoas e suco de acer. É simplesmente divino! O outro, de caramelo, tem sabor bem suave.

A parte engraçada desse passeio é que, por incrível que pareça, não tomamos chá no bistrô! Comemos, bebemos, mas não tomamos uma gota de chá lá. :-D

Aguardem, pois, no caminho de volta pra casa, vimos uma outra casa de chá por perto e em breve quero visitá-la também.

E você, conhece alguma casa de chá? Deixe o nome do lugar aqui nos comentários, conte como foi sua experiência!

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Sorteio na página do Mulher Verde no Facebook

Quer ter a chance de ganhar um livro infantil
 do blog Mulher Verde?

Este livro logo aqui embaixo?


Acesse a página do Mulher Verde no Facebook aqui, siga as orientações e concorra!

BOA SORTE!!!

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Horta Comunitária e Agroecológica da Casa da Lagartixa Preta (SP)

A Casa da Lagartixa Preta é uma iniciativa muito legal do pessoal anarquista na região do ABC de São Paulo. Eles sempre promovem cursos e atividades por lá.

Agora eles criaram uma horta comunitária e agroecológica!!!

Toda segunda-feira, a partir das 9 horas, você pode aparecer por lá e trocar mudas, sementes, ajudar na manutenção, trocar informações sobre plantas etc.

Mais informações você consegue na foto abaixo.

sábado, 27 de junho de 2015

O inverno e a arte perdida de escrever cartas





Estava arrumando meus materiais de papelaria, há cerca de 15 dias, e descobri que tinha muitos carimbos espalhados por cada cantinho da casa. 

Peguei uma linda caixa em forma de livro que ganhei como presente de despedida dos meus colegas em uma das últimas editoras em que trabalhei (a caixa tem a forma de um livro antigo de Jane Austen, Pride and Prejudice) e coloquei todos eles lá dentro, juntinhos, ao lado de carimbeiras que adquiri há muitos anos e também de uma carimbeira nova, azul e vermelha, que funciona com um mero apertar de botões, que adquiri na loja virtual Veio na Mala

Esses carimbos me fizeram lembrar que eu adoro escrever cartas. Sempre gostei. E neste inverno gelado vejo que não tenho motivos para ficar só na saudade das cartas trocadas.

Sobre essa arte perdida de escrever cartas, posso dizer que tudo começou com um anúncio que coloquei nos classificados da revista Rock Brigade. Ganhei novos amigos de todas as partes do Brasil. Depois, quando comecei a fazer o zine Paraphernalia, os amigos atingiram dimensões internacionais. Houve meses em que cheguei a postar cerca de 50, 60 e até 80 cartas no correio. Hoje não me vejo trocando tantas cartas com tantas pessoas, pois o tempo é escasso e eu prefiro qualidade à quantidade.

Trocávamos cartas, impressões sobre música, política, bandas, fitas cassete (ok, revelei minha idade agora), zines, livros, flyers, anarquismo, feminismo... Algumas dessas pessoas sumiram da minha vida, infelizmente, mas outras são amigas até hoje, por meio das redes sociais.

Mas, com a Internet, as cartas ficaram escassas. E eu ainda sinto uma vontade danada de escrevê-las. Da espera ansiosa e saudável para receber uma resposta (que não tem nada a ver com a ansiedade doentia de receber logo uma resposta, seja pelo celular ou pelo computador). Dos selos, dos papéis selecionados para cada amiga ou amigo em particular. Da alegria de ver algo palpável que chega nas mãos de um homem chamado carteiro. (Agora me lembrei de quando mandávamos algo mais valioso pelos correios, como um CD, por exemplo, e escrevíamos um bilhetinho no envelope: “Senhor carteiro, por favor tenha cuidado: conteúdo frágil”. Santa inocência.)

Esta semana, utilizando as mensagens de voz do WhatsApp (porque, querendo ou não, a Internet e a telefonia ceular nos conectam com pessoas das mais diversas distâncias), eu a Iony, do blog Alma Rubra, falávamos sobre as cartas que já trocamos e as que ainda vamos trocar. Queremos resgatar essa arte perdida, e é por isso que eu lhe convido para vir conosco neste retorno saudoso das cartas.

Se você quiser receber uma carta minha, são duas as opções:

      1)  Pode me escrever primeiro, e eu lhe respondo.

      2) Pode me mandar seu endereço e eu escrevo uma carta para você.

Minhas amigas mais próximas, é claro, já têm meu endereço, mas, se você não tiver, peça pelo e-mail doitherself@gmail.com. Aliás, este não é um post apenas para as amigas e os amigos mais próximos (embora saibam que são muitíssimo bem-vindos). A ideia é conhecer gente nova também.

Neste inverno, vamos resgatar esta arte perdida. De preferência escrevendo com um chazinho bem quente do lado, ou escrevendo debaixo do cobertor quentinho, ou seja lá como você quiser.

Vamos nos reconectar de uma outra maneira. Para alguns, talvez antiga e demorada, mas, em minha opinião, ainda válida. O convite está feito. (E você pode aguardar mais postagens sobre a arte de escrever cartas aqui no Mulher Verde…)

terça-feira, 16 de junho de 2015

Feitiço de Amor da Lua Nova



Cor do dia: Vermelho
Incenso do dia: Gerânio
 
Gerânio
 
Esta Lua Nova de junho é um momento auspicioso para começar um feitiço de amor. Para fazê-lo, você deve criar um sachê para atrair o amor para a sua vida da. Comece a fazer este feitiço um pouco antes de escurecer. Você vai precisar de 1 folha de manto-de-nossa-senhora, 1 folha e algumas flores de 1 gerânio vermelho, além de algumas pétalas de rosa vermelha.

Depois de juntar todas as plantas, coloque-as no centro de um retalho quadrado de tecido vermelho. Concentre-se em sua intenção de atrair o amor para sua vida à medida que amarra as pontas do tecido com uma fita branca.

Quando ficar escuro, vá para fora de casa e segure o sachê em direção ao céu enquanto diz:


Com estas três ervas assim
Mande o amor para mim

 
Esconda seu sachê até chegar a Lua Cheia. Neste dia, polvilhe o conteúdo do sachê na terra, sob a Lua Cheia, como uma oferenda à Natureza e à Deusa.

 
Traduzido e adaptado de: http://www.llewellyn.com/spell.php?spell_id=5982.

domingo, 14 de junho de 2015

Nosso jardim no outono

Esta casa, em que eu moro há menos de um ano (acho que já disse aqui), não era minha antes. Ela era de um casal muito simpático, que infelizmente já partiu.

Quando vim para cá, mantive as plantas que já moravam nesta casa antes de mim.

Neste meu "quase aniversário" de casa nova, fui abençoada com flores de maio e tamanquinhos de princesa. Seguem as fotos. E espero que, neste outono, seu jardim esteja tão florido quanto o nosso!







sexta-feira, 5 de junho de 2015

Runa Naudhiz


Efeitos mágicos

* Cria ordem e aumenta a força de vontade

* Desenvolve o poder mágico e espiritual, ensina a perseverança e a resistência

* Usa a força de resistência para objetivos mágicos

* Desenvolve a paciência e a renúncia, fortalece a confiança e a fé

* Auxilia nas práticas de concentração e introspecção


Fonte: Mirella Faur, Mistérios Nórdicos - Deuses, Runas, Magias, Rituais. São Paulo: Pensamento, 2007.

Utensílios para herbalistas - Tesoura para ervas


Eu ainda não conhecia esta tesourinha, perfeita para herbalistas e também para quem cozinha com ervas. Trata-se de uma tesoura com 5 lâminas que torna mais fácil a tarefa de picar ervas como cebolinha, por exemplo, como se vê na foto. Mas também dá para usar com salsinha, tomilho...

Encontrei em sites estrangeiros, mas vi que no Mercado Livre tem um monte de gente vendendo, com preços que vão, em média, de R$ 12,00 a R$ 35,00. Algumas vêm até com capinha para guardar a tesoura.

Em breve pretendo comprar uma e depois conto para vocês como foi a experiência de usá-la.

Se você já tem uma, conte pra gente nos comentários se gostou ou não...

domingo, 31 de maio de 2015

Manjericão, por Denise Maria Cordeiro (Jardim Interior)

Planta suculenta anual com cerca de 50 cm de altura (sim, as minhas estão desse tamanho!). Origem: Índia. Existem inúmeras variedades. O nome vem do grego basilikon, que significa "erva rainha". Para os hindus, que deram início ao seu cultivo, o manjericão tinha a essência divina e, por isso, nos seus tribunais, os juramentos eram feitos sobre a planta. Introduzida no Egito há 4 mil anos, expandiu-se também no Império Romano. Encontrado no túmulo de Cristo, depois da ressurreição, foi adotado pelas igrejas ortodoxas, tanto para preparar a água benta como em vasos deixados debaixo do altar. No Haiti, é um símbolo de proteção que acompanha a deusa pagã do amor Erzulie.




Cultivo: Em solo bem arejado e úmido, protegido do vento. Sol quente, evitando o do meio-dia. Pode ser cultivado em vaso. Deve ser regado no meio do dia e não ao entardecer. Se o tempo estiver muito quente, borrife as folhas.

Utilização: De sabor e aroma muito agradáveis, quente e penetrante, complementa o do alho. É um dos ingredientes mais apreciados para temperar molhos, salpicar em saladas, especialmente a de tomate. É a base do molho pesto e combina bem com muitos pratos. Muito usado também para aromatizar azeite e vinagre. As folhas geralmente são usadas inteiras; se for preciso, triturar ou picar com os dedos em vez de usar faca. Em pratos quentes, colocar o manjericão quando já estiver no fim do preparo, pois o sabor se perde com o calor. O chá do manjericão é digestivo. Em, mergulhando algumas folhas em vinho, durante algumas horas, obtém-se um bom tônico.

Aromaterapia: O óleo essencial de manjericão é tônico do sistema nervoso e sedativo. Pode ser usado em infusão, fricção, massagem, unguento e para repelir insetos. Combinam com óleos essenciais de bergamota, gerânio, hissopo, alfazema, alecrim, cipreste, cedro, limão, sálvia-esclareia, tomilho, orégano, tea tree e zimbro.

Fonte: 

CORDEIRO, Denise Maria. Jardim Interior - Oráculo das Flores. São Paulo: Pensamento, 2007.