Domingo nublado, Lua Nova em Áries, vou ao supermercado e dou de cara com um caderno desses. É nessas horas que eu tenho certeza de que sou uma Bruxa Verde!!!!
Ah, é claro que agora ele é meu. E em breve será recheado de receitas mágicas, com flores, é claro!
segunda-feira, 31 de março de 2014
segunda-feira, 17 de março de 2014
Reflexões para o outono
E, para ajudar você a entrar nessa estação mais consciente, seguem algumas questões para reflexão que eu gostaria de compartilhar com vocês que leem o blog:
1) Agora que o outono está chegando, reflita sobre suas realizações ao longo do ano.
2) Que sementes que você plantou na primavera passada e que cresceram e prosperaram?
3) Como você vai se preparar para o próximo inverno, que é uma grande oportunidade de contemplação e planejamento?
4) O que você vai colher neste outono?
Um abraço e tenham um lindo outono!
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domingo, 16 de março de 2014
2014: o ano da minha saúde
Fiquei cinco anos enrolando para fazer a cirurgia e, ano passado, cheguei no limite. Dores nas costas, nos pés, nas pernas, dores de cabeça cada vez mais fortes e frequentes, fígado com gordura, casamento indo pra cucuia, autoestima inexistente, medo de entalar na roleta do ônibus e outras coisas fizeram com que eu tomasse essa decisão radical e irreversível.
No início do ano, tirei uma carta do Oráculo da Deusa e, para minha surpresa, minha deusa em 2014 é Higeia, a deusa da saúde.
E, para completar, na última Lua Nova, utilizando o mesmo oráculo, minha deusa desta lunação foi Sulis, que eu não conhecia, a deusa da saúde e da doença. Considerada uma deusa solar, Sulis representa as profundezas em que todas as pessoas têm de mergulhar na jornada para a luz, a saúde e o bem-estar.
Essa minha jornada não está sendo tão terrível quanto eu imaginava. Nos primeiros 15 dias, passei por uma dieta líquida, em que os alimentos eram batidos no liquidificador e depois coados, ou seja, eu só tomava uma "aguinha suja". Esse período era meu maior medo. Tinha receio de enlouquecer por não poder comer, visto que vários médicos me diagnosticaram com compulsão alimentar. Mas uma tia querida veio para São Paulo ficar comigo no pós-operatório e metade desses 15 dias foram muito mais suportáveis do que imaginei.
Depois desses 15 dias, entrei numa dieta pastosa e então percebi que conseguiria viver sem alimentos processados, sem refrigerantes, embutidos e outras tranqueiras que eu havia me acostumado a comer.
Hoje estou com quase 50 dias de operada. Como diz minha psicóloga, que eu amo de paixão, esta é uma cirurgia educativa. Atualmente como pouco, mastigo muito, tomo muita água, não como alimentos processados, nem gordura ou doces.
Quanto "sinto falta da gulodice", procuro outra coisa para fazer que não seja comer, e minha vida nunca foi tão tranquila em relação a comida, ao menos por enquanto. Eu não sinto fome porque meu estômago não produz mais grelina, que provoca a fome. Mas não posso me descuidar, porque, quando eu tiver 3 ou 4 meses de cirurgia, essa fome vai voltar, e eu espero estar preparada para ela com a reeducação alimentar que venho fazendo.
Conforme diz Amy Sophia Marashinksy, em "O Oráculo da Deusa", em seu texto sobre Sulis, "a doença é um mode de ficar de frente a frente com o que não está mais funcionando e uma oportunidade para mudar isso". Eu tive essa oportunidade e agora me encontro em uma jornada de cura do meu corpo. Essa jornada deverá levar uns dois anos (ou a vida toda!), mas eu não me importo. O que vale é a minha saúde, para que eu possa viver mais tempo junto das pessoas que eu amo.
Aliás, minha mudança também está refletindo na alimentação e na saúde da minha família, já que agora temos cada vez menos porcarias industrializadas em casa, bebemos mais água e nos sentamos à mesa para fazer as refeições em família.
Agradeço aqui a Higeia e a Sulis pela oportunidade da jornada e pela reflexão. Que ambas continuem me guiando em relação à minha saúde não só em 2014, mas pelo resto da minha vida!
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sábado, 15 de março de 2014
Minha Lua Cheia em Virgem
Amanhã, dia 16/3/2014, teremos mais uma Lua Cheia em Virgem.
Há algum
tempo, comecei a fazer um curso muito interessante sobre ervas e astrologia. De
ervas eu entendo um pouco, mas de astrologia, não entendo quase nada.
Esse curso
usa um sistema chamado “Mansions of the Moon”e, nesta Lua Cheia em Virgem,
estamos sobre a energia da 14 mansão da lua.
As energias
dessa mansão são bastante apropriadas para fazer uma desintoxicação em nosso
corpo, por isso aconselho, nesta Lua Cheia, uma alimentação leve, muita água e
também chás que ajudem a limpar o organismo. (Acabei de tomar um chá verde por aqui...)
Nessa Lua
Cheia, ainda de acordo com a 14ª mansão da lua, quero refletir sobre as minhas
paixões e sobre relacionamentos. Tenho muitas, muitas paixões, mas não consigo
colocar todas em prática, então creio que tenha chegado a hora de escolher, de
ser mais seletiva, para colocar as que me são mais caras em prática.
Por
exemplo, algo que quero fazer há muito tempo é criar uma horta ou um jardim
comunitário no meu bairro. Sou apaixonada por ervas e plantas, então o que está
me impedindo de fazer isso? Essa é minha missão nesta Lua Cheia em Virgem.
Também é
uma boa época para mentalizar pedidos relacionados a justiça social. Por exemplo, já que março é
considerado o mês da mulher, por que não colocar em prática atividades que
venham a trabalhar com o feminino e o feminismo, denunciar alguma violência doméstica, ou seja, realmente viver o que você prega?
A erva
dessa Lua Cheia, para mim, é a cavalinha e pretendo escrever mais sobre ela
aqui no blog em breve.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Jardins em estações de trem do Japão: Sorodofarms
No Japão, algumas estações de trem agora contam com jardins
suspensos, alugados para o público como se fossem loteamentos, a fim de
permitir que as pessoas possam cuidar de suas pequenas hortas mesmo com um
estilo de vida agitado.
Atualmente , existem cinco Soradofarms (como são chamados esses loteamentos)
localizados na rede ferroviária do país. O maior, que é parte do espaço
Ebisu Green Garden, fica em cima da estação JR Ebisu, em Tóquio, possui 161
metros quadrados e está aberto ao público em geral.
Por uma quantia anual, os usuários têm à sua disposição 3
metros de área para cultivo, além de poderem utilizar ferramentas de jardignagem, mas
podem pagar mais para que outra pessoa limpe seu jardim regularmente, bem como
para ter conselhos de especialistas.
Já pensaram nesse sistema no Brasil? Eu acharia o máximo!
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terça-feira, 4 de março de 2014
Zsuzsanna Budapest no Brasil - 2 e 3 de agosto (10a Conferência de Wicca e Espiritualidade da Deusa)
Zsuzsanna Budapest foi minha grande musa para entrar no mundo que vivo hoje. Já li e reli todos os livros dela e, melhor ainda, tive a oportunidade de estudar (a distância, é claro) por um ano com ela.
Foi por causa dela que descobri a bruxaria feminista e agora, em 2014, terei a grande oportunidade de vê-la bem de pertinho, na 10a. Conferência de Wicca e Espiritualidade da Deusa, em São Paulo.
Não vejo a hora de chegar agosto. A gente se vê lá!!!
Foi por causa dela que descobri a bruxaria feminista e agora, em 2014, terei a grande oportunidade de vê-la bem de pertinho, na 10a. Conferência de Wicca e Espiritualidade da Deusa, em São Paulo.
Não vejo a hora de chegar agosto. A gente se vê lá!!!
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domingo, 23 de fevereiro de 2014
Receita de esfoliante natural
Estava eu
no domingão sem fazer nada e então resolvi fazer uma receitinha “eco-beauty”,
que vou compartilhar com vocês agora.
Fui fazendo
a receita de cabeça, por isso não há medidas.
Num pote,
de preferência de vidro, coloque açúcar mascavo.
Depois,
junte óleo vegetal (eu coloquei de semente de uva, que é o de que eu mais gosto
para passar na pele, mas você também pode usar óleo de amêndoas, por exemplo).
Vá
colocando o óleo vegetal aos pouquinhos, até formar uma pasta. Não é para o
açúcar ficar boiando no óleo!
Por fim,
pingue algumas gotas de seu óleo essencial favorito nessa mistura. Eu coloquei óleo essencial
de lavanda na minha.
Depois que
já tiver se molhado, no banho, utilize essa pasta como esfoliante. Você vai
notar que será um esfoliante gostoso, não aquelas “lixas” que machucam a sua pele.
O óleo vegetal vai deixar sua pele bem macia e formar uma película, e o óleo
essencial vai deixar um cheirinho gostoso.
No caso do óleo essencial de
lavanda, ele é um calmante, então você também pode escolher seu óleo de acordo
com o que estiver precisando no momento.
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
A arte de ser feliz, por Cecília Meireles
Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
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terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Minha deusa do ano: Higéia
Em 2013, quem me acompanhou foi Kali e, em 2014, minha deusa do ano será Higéia.
Acho que isso acontece com todo mundo, mas estou eu lendo um livro que não tem nada a ver com deusas, um livro sobre história da higiene no Brasil e eis que, de repente, na página 18, surge um texto sobre... Sim, ela mesma, Higéia.
Como uma forma de homenageá-la por este ano que passaremos juntas, reproduzo aqui o texto do livro de Eduardo Bueno, Passado a Limpo:
Higéia, a deusa grega
Quadro de Gustav Klimt representando Higéia, 1945
Ecos da medicina e dos conceitos de higiene praticados no Oriente Médio chegaram até a Grécia clássica, que se tornaria o berço da medicina ocidental. Ao contrário do que se supõe, a medicina "racional" dos gregos - cujas bases foram lançadas por Hipócrates (460-377 a.C.) - não implicou uma ruptura com as crenças mágico-religiosas anteriores, até porque o culto ao deus Asclépio se manteve florescente.
Asclépio (ou Esculápio, em latim) era filho de Apolo e da ninfa Coronis. Tirado por Apolo do ventre da mãe no momento em que ela já se encontrava na pira funerária, o nascimento de Asclépio configurou uma vitória sobre a morte. Por isso, ele virou o deus da medicina. A arte de curar foi-lhe ensinada pelo centauro Quíron. Mas, por ter interferido no ciclo natural de vida e morte dos humanos, Asclépio foi fulminado por um raio de Zeus.
Sua obra teve continuidade com as duas filhas, Higéia (ou Hígia) e Panacéia. Ambas representam bem a dicotomia entre saúde e doença. De Higéia deriva a palavra "higiene", cujo significado remete às "práticas e condições que resultam em boa saúde", ao passo que Panacéia quer dizer "remédio". Assim, "enquanto Higéia se transformou no símbolo da arte de manter a saúde, Panacéia representa algo mais corpóreo e terreno: as doenças e seu tratamento", observa o pesquisador Luís Graça. Panacéia, assim, personificaria "a medicina organicista, tecnicocêntrica e hospitalocêntric que triunfou com o advento do positivismo, há cem anos, e na qual se fundam os atuais sistemas e políticas de saúde do Ocidente", mais preocupados em remediar do que em prevenir.
Como quer que seja, ambas as deusas, bem como o pai e o avô, são invocadas já nas primeiras linhas do juramento de Hipócrates: "Juro por Apolo médico, por Asclépio, por Higéia e Panacéia, fazendo-os minhas testemunhas, que cumprirei inteiramente este juramento de acordo com as minhas capacidades e discernimento".
BUENO, Eduardo. Passado a limpo: história da higiene pessoal no Brasil. São Paulo: Gabarito, 2007, p. 18.
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sábado, 4 de janeiro de 2014
Curso Gratuito de Introdução à Permacultura Urbana na Subprefeitura de Pinheiros (São Paulo)
De 3 a 16 de fevereiro. Visitas técnicas e aulas às segundas e quartas a partir de 18h e no sábado 8/2. Atividades práticas no final de semana 15 e 16/2. Inscrições abertas
Conteúdo
• O que é permacultura e exemplos de técnicas permaculturais aplicadas com sucesso em diversos países.
• Manejo de água: captação de chuva e tratamento local de efluentes.
• Eficiência energética e implementação de sistemas renováveis de energia.
• Técnicas de agricultura urbana.
• Vermicompostagem doméstica e compostagem rápida de grande quantidade de resíduos orgânicos com a utilização de enzimas.
Com Ariel Kogan, Claudia Visoni, Edward Borghstein, Felipe Pinheiro, Guilherme Castagna, Julio Avanzo, Natália Garcia, Peter Webb e Rui Signori
Inscrições até 17/1 (Vagas Limitadas!)
Acesse o formulário: http://goo.gl/tyHoU3, clique aqui
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Realização
Grupo de Permacultores
CADES Pinheiros (Conselho de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz)
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