domingo, 23 de fevereiro de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
A arte de ser feliz, por Cecília Meireles
Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
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terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Minha deusa do ano: Higéia
Em 2013, quem me acompanhou foi Kali e, em 2014, minha deusa do ano será Higéia.
Acho que isso acontece com todo mundo, mas estou eu lendo um livro que não tem nada a ver com deusas, um livro sobre história da higiene no Brasil e eis que, de repente, na página 18, surge um texto sobre... Sim, ela mesma, Higéia.
Como uma forma de homenageá-la por este ano que passaremos juntas, reproduzo aqui o texto do livro de Eduardo Bueno, Passado a Limpo:
Higéia, a deusa grega
Quadro de Gustav Klimt representando Higéia, 1945
Ecos da medicina e dos conceitos de higiene praticados no Oriente Médio chegaram até a Grécia clássica, que se tornaria o berço da medicina ocidental. Ao contrário do que se supõe, a medicina "racional" dos gregos - cujas bases foram lançadas por Hipócrates (460-377 a.C.) - não implicou uma ruptura com as crenças mágico-religiosas anteriores, até porque o culto ao deus Asclépio se manteve florescente.
Asclépio (ou Esculápio, em latim) era filho de Apolo e da ninfa Coronis. Tirado por Apolo do ventre da mãe no momento em que ela já se encontrava na pira funerária, o nascimento de Asclépio configurou uma vitória sobre a morte. Por isso, ele virou o deus da medicina. A arte de curar foi-lhe ensinada pelo centauro Quíron. Mas, por ter interferido no ciclo natural de vida e morte dos humanos, Asclépio foi fulminado por um raio de Zeus.
Sua obra teve continuidade com as duas filhas, Higéia (ou Hígia) e Panacéia. Ambas representam bem a dicotomia entre saúde e doença. De Higéia deriva a palavra "higiene", cujo significado remete às "práticas e condições que resultam em boa saúde", ao passo que Panacéia quer dizer "remédio". Assim, "enquanto Higéia se transformou no símbolo da arte de manter a saúde, Panacéia representa algo mais corpóreo e terreno: as doenças e seu tratamento", observa o pesquisador Luís Graça. Panacéia, assim, personificaria "a medicina organicista, tecnicocêntrica e hospitalocêntric que triunfou com o advento do positivismo, há cem anos, e na qual se fundam os atuais sistemas e políticas de saúde do Ocidente", mais preocupados em remediar do que em prevenir.
Como quer que seja, ambas as deusas, bem como o pai e o avô, são invocadas já nas primeiras linhas do juramento de Hipócrates: "Juro por Apolo médico, por Asclépio, por Higéia e Panacéia, fazendo-os minhas testemunhas, que cumprirei inteiramente este juramento de acordo com as minhas capacidades e discernimento".
BUENO, Eduardo. Passado a limpo: história da higiene pessoal no Brasil. São Paulo: Gabarito, 2007, p. 18.
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sábado, 4 de janeiro de 2014
Curso Gratuito de Introdução à Permacultura Urbana na Subprefeitura de Pinheiros (São Paulo)
De 3 a 16 de fevereiro. Visitas técnicas e aulas às segundas e quartas a partir de 18h e no sábado 8/2. Atividades práticas no final de semana 15 e 16/2. Inscrições abertas
Conteúdo
• O que é permacultura e exemplos de técnicas permaculturais aplicadas com sucesso em diversos países.
• Manejo de água: captação de chuva e tratamento local de efluentes.
• Eficiência energética e implementação de sistemas renováveis de energia.
• Técnicas de agricultura urbana.
• Vermicompostagem doméstica e compostagem rápida de grande quantidade de resíduos orgânicos com a utilização de enzimas.
Com Ariel Kogan, Claudia Visoni, Edward Borghstein, Felipe Pinheiro, Guilherme Castagna, Julio Avanzo, Natália Garcia, Peter Webb e Rui Signori
Inscrições até 17/1 (Vagas Limitadas!)
Acesse o formulário: http://goo.gl/tyHoU3, clique aqui
Acesse o formulário: http://goo.gl/tyHoU3, clique aqui
Realização
Grupo de Permacultores
CADES Pinheiros (Conselho de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz)
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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Calendário do Jardim 2014
E hoje, 1/1/2014, temos Lua Nova em Capricórnio. Esse é um evento relativamente raro, pois há 19 anos não era iniciado um ano novo com uma Lua Nova, assim, tão novinha em folha (rs). Feliz 2014 para você que lê o blog!!!!
Com a idade, não faço mais listinha de resoluções de ano novo. Agora eu agradeço pelo que consegui no ano anterior e peço para ter mais saúde para poder continuar fazendo por mim e pelas pessoas que eu amo.
Uma das coisas que eu quero continuar fazendo em 2014 é plantar. Aliás, 2014, para quem não sabe, é o ano da agricultura familiar, conforme definido pela ONU. E, segundo a International Herb Association, este é o ano da artemísia (preparem-se porque vêm aí uma série de posts especiais sobre a artemísia).
Para me incentivar a continuar plantando, adquiri esta semana o Calendário do Jardim, publicado pelo São Paulo Garden Club. Além do calendário com as datas das luas, há dicas de jardinagem, receitas, informações sobre plantas, flores e frutas.
Eu já havia adquirido um calendário anos atrás e este ano resolvi comprá-lo novamente. Para inspirar você também a mexer mais no seu jardim este ano, seguem algumas fotos do Calendário do Jardim 2014 (custa R$ 33,00, já com frete. O valor pode ser enviado por cheque ou depositado no Itaú):
Com a idade, não faço mais listinha de resoluções de ano novo. Agora eu agradeço pelo que consegui no ano anterior e peço para ter mais saúde para poder continuar fazendo por mim e pelas pessoas que eu amo.
Uma das coisas que eu quero continuar fazendo em 2014 é plantar. Aliás, 2014, para quem não sabe, é o ano da agricultura familiar, conforme definido pela ONU. E, segundo a International Herb Association, este é o ano da artemísia (preparem-se porque vêm aí uma série de posts especiais sobre a artemísia).
Para me incentivar a continuar plantando, adquiri esta semana o Calendário do Jardim, publicado pelo São Paulo Garden Club. Além do calendário com as datas das luas, há dicas de jardinagem, receitas, informações sobre plantas, flores e frutas.
Eu já havia adquirido um calendário anos atrás e este ano resolvi comprá-lo novamente. Para inspirar você também a mexer mais no seu jardim este ano, seguem algumas fotos do Calendário do Jardim 2014 (custa R$ 33,00, já com frete. O valor pode ser enviado por cheque ou depositado no Itaú):
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Feitiço para prosperidade com ervas
Coloque terra em uma tigela. Misture nessa terra três
colheres de sopa de suas ervas para prosperidade favoritas (você pode usar alfafa, camomila, canela, manjericão, gengibre, folha de manga, sálvia, açafrão...).
Segure a tigela com
as duas mãos, como se estivesse segurando a tigela em um formato de concha, e
coloque mentalmente nessa terra todas as suas necessidades financeiras.
Coloque
uma pedra que tenha sido espiritualmente limpa em cima dessa terra. Ponha essa
tigela em um lugar tranquilo da casa, onde ninguém possa mexer, e deixe-a lá
por uma semana.
Depois, coloque essa pedra em sua mesa de trabalho ou leve-a
com você sempre que estiver conduzindo algum tipo de negócio.
Para recarregar a
pedra, deixe-a por alguns dias novamente em cima dessa terra, que pode ficar
armazenada em um pote de vidro ou em um saco plástico.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
domingo, 17 de novembro de 2013
Sobre Cerridwen, deusa-madrinha de nosso círculo de mulheres
Cerridwen é
considerada a deusa da magia, da sabedoria, da inspiração, dos grãos, da
transmutação, da fertilidade, do uso sagrado das ervas, do renascimento, da
renovação e dos ciclos. Também simboliza os dons proféticos ligados à preparação de poções.
Frequentemente
é vista como uma deusa solitária, que está sempre mexendo seu caldeirão e
estudando novas poções. Poderosa, está sempre tentando
aperfeiçoar sua Arte. No entanto, ela também é a mãe de Morfran (Grande Corvo)
e Creidwy, bem como esposa do gigante Tegid Foel. Sua família é seu grande objetivo
e ela tenta protegê-la e remover os obstáculos que estão em seus caminhos.
Cerridwen é
magia, proteção e ajuda. Ela é movimento, aquela que age e tenta recriar seu
próprio destino. Ela nos ajuda a aceitar nossa própria força para moldar nossas
vidas.
Ela utiliza
o poder das ervas e das estrelas para fazer um feitiço que traga sabedoria,
inspiração e habilidades a seu filho. Esse caldeirão com ervas e água fervente
deve ser mexido várias vezes durante um ano e um dia. As três primeiras gotas
dessa poção serão utilizadas na magia. O restante ficará envenenado e o
caldeirão explodirá. É importante dizer que esse caldeirão representa o útero
feminino.
A fim de
aperfeiçoar seu feitiço ou, em algumas versões do mito, apenas para descansar,
Cerridwen "contrata" o rapaz Gwion para mexer o caldeirão e Morda, um velho cego, para
manter o fogo acesso.
É interessante que, quando perceber que o
caldeirão explodiu, Cerridwen primeiro bateu com um tronco na cabeça de Morda e
um de seus olhos caiu. Ele diz que não foi ele quem a traiu e Cerrridwen vai
atrás de Gwion. Alguns estudiosos dizem que, neste momento, Cerridwen aceita e
reconhece a sabedoria dos mais velhos.
Essa
corrida implacável é lida por muitos como raiva e vingança, mas também pode
representar o relacionamento entre mestre e aluno.
Este mito
nos mostra também o ciclo natural de nascimento, morte e renascimento.
Cerridwen domina
os mistérios da magia e as forças da natureza para transformar situações reais,
conforme sua lenda. Tentou transformar o filho feio
em alguém belo, porém seu servo bebeu por engano (há versões que dizem que ele
não bebeu a poção por engano).
Pode-se entender esse mito como um conselho para
fazer as coisas sem pressa e deixar nas mãos do tempo as coisas da vida, uma vez
que não temos controle sobre elas. A mulher sábia espera e aprende com o tempo.
Cerridwen é
a força que nos ajuda a renascer depois de frustrações, doenças ou morte.
Também nos ajuda a nos mantermos firmes em nosso propósito e a encontrar força
na adversidade.
Segundo
esta sábia deusa anciã, devemos deixar os planos amadurecerem em nossos
caldeirões.
Danielle
Sales, 27/10/2013
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terça-feira, 5 de novembro de 2013
Blogs e sites sobre ativismo menstrual
Estou morrendo de saudades de postar aqui no blog, mas o trabalho e os estudos não estão deixando. :-(
Vim aqui rapidinho só para compartilhar com vocês os últimos blogs e sites sobre ativismo menstrual que venho acompanhando. Estão todos em inglês, infelizmente, mas acho que sempre dá para retirar alguma informação importante deles.
Espero que gostem! Ei-los:
Ms Menstruation
Twitter: @MsMenstruation
Period Piece
Twitter: @period_piece
Period Positive
Twitter: @PeriodPositive
Twitter: @ThePeriodBlog
É claro que há muitos outros, estes são apenas os que comecei a acompanhar há pouco tempo. Se você tiver outras dicas de sites ou blogs parecidos com estes, deixe sua sugestão aqui nos comentários e eu posso ir aumentando a lista!
Vim aqui rapidinho só para compartilhar com vocês os últimos blogs e sites sobre ativismo menstrual que venho acompanhando. Estão todos em inglês, infelizmente, mas acho que sempre dá para retirar alguma informação importante deles.
Espero que gostem! Ei-los:
re:Cycling
Twitter: @re_Cycling_SMCR
Blog of the
Society for Menstrual Cycle Research
Everywhere · menstruationresearch.org/blog/
Ms Menstruation
Twitter: @MsMenstruation
Period Piece
Twitter: @period_piece
Vag-related dialogue, particularly in regard to the
lady-bleeding. http://periodpiece.blogspot.com/
Period Positive
Twitter: @PeriodPositive
Chella Quint of Adventures in Menstruating will RT #periodpositivestuff: funny without insulting menstruators and/or
challenges taboos.
The Period
Twitter: @ThePeriodBlog
Editor of The Period Blog & Cat Lover. Providing
reviews of pads, pantiliners, tampons. Sharing period tips & tricks! Send
period Qs to theperiodblog@gmail.com
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sábado, 21 de setembro de 2013
Baunilha - Curiosidades e propriedades mágicas
Nomes
científicos: Vanilla planifolia, V. Pompona,
V. Planifolia, V. tahitensis
Elementos:
água, fogo, ar
Gênero:
feminino
Planetas:
Vênus, Júpiter, Mercúrio
Direções:
norte/leste
Propriedades mágicas: amor, luxúria, poderes mentais, sexo, energia física, energia mágica, paixão, lua nova
Cores: verde e dourado
Dias da semana: domingo, quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira
Corpo: sono
Mente:
solidão, amor, monogamia, popularidade, estresse
Espírito:
amor
Quem nunca curtiu
aquele gostinho de baunilha da essência que ia na receita do pudim ou do bolo? Aliás,
você sabia que existe diferença entre essência e extrato de baunilha? A
essência vem naquele potinho plástico ou de vidro e é industrializada; o
extrato é obtido através da maceração da baunilha em álcool.
Não sei se
todos os leitores sabem, mas a baunilha, na verdade, é o fruto de uma orquídea.
O nome científico, vanilla, significa
“pequena vagina”, por conta da forma sugestiva dessa flor.
As flores
dessa orquídea se abrem apenas uma vez por ano e sua polinização é feita a mão.
Sabe-se que apenas um tipo de abelha faz a polinização da baunilha, a chamada Eulaema meriana. Por esse método, mais
natural, a chance de polinização da baunilha é de apenas 1%, motivo pelo qual é
mais interessante que ela seja polinizada artificialmente pelas mãos humanas.
Até
chegarem ao que conhecemos por favas de baunilha, elas são cozidas e depois embaladas
em tecidos para suar. Depois dessa fase, diariamente, por um período de três
semanas, elas são expostas ao sol por várias horas. Depois disso é que o odor
característico da baunilha começa a aparecer. Por mais três semanas elas são postas
para secar novamente. Por conta de todo esse processo e de suas peculiaridades
é que a baunilha é considerada a especiaria mais cara depois do acafrão.
Os astecas
foram os primeiros a utilizar a baunilha, adicionada ao chocolate e, depois
disso, ela foi exportada para a Europa.
Diz-se que
o odor da baunilha é o que mais se aproxima do leite materno e, por isso,
cheirá-la ou ingeri-la tem efeito calmante e ajuda a trazer à memória as
recordações de infância.
Usada em
feitiços de amor, a baunilha também é utilizada como amuleto para aumentar os
poderes mentais, e suas flores púrpuras são usadas em sachês afrodisíacos para
aumentar a paixão. Também pode ser usada para ter algum tipo de poder sobre
outras pessoas, para aumentar o desejo sexual e para melhorar a vitalidade das
pessoas.
Afrodisíaca,
é considerada estimulante e auxilia a melhorar o humor. Ela é considerada
afrodisíaca porque, na verdade, sua ingestão provoca uma espécie de irritação
uretral, o que costuma estimular a consciência em relação aos órgãos genitais.
É muito utilizada em poções do amor e também em casos de baixa libido.
A baunilha
é associada ao amor, à luxúria, aos poderes paranormais. Para sachês e feitiços
de amor, recomenda-se utilizar açúcar com a baunilha.
São muitas
as histórias que envolvem a baunilha. Por exemplo, acreditava-se que, se uma
mulher colocasse algumas gotas de tintura de baunilha atrás da orelha, ela
atrairia muitos homens. A lenda também diz que Xanat, a jovem filha da deusa
mexicana da fertilidade, se apaixonou por um jovem (algumas fontes dizem que ele se chamava Totonac, mas desconfio que era um jovem do povo totonaca). Como não era
possível se casar com ele, por conta de sua natureza divina, ela se transformou
numa planta que traria prazer e felicidade. Até hoje, os totonacas celebram o
festival da baunilha no fim da primavera.
A
fragrância da baunilha revitaliza o corpo e produz energia bioelétrica, que pode
ser canalizada para rituais mágicos. Por isso, quando precisar de algum esforço
extra, inale a baunilha solicitando à planta vigor e proteção.
Por fim,
uma dica: não use baunilha artificial (essência) em seus feitiços, pois será
considerada inerte e não terá efeito. Use apenas a baunilha seca ou extrato de
baunilha.
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