quinta-feira, 16 de maio de 2013

E-book gratuito: "Done with menstrual cramps", de T. C. Hale



Não sei se vocês gostam, mas eu adoro pegar um e-book gratuito da Amazon para ler no Kindle.

Hoje, para minha surpresa, há um livro sobre meus assuntos preferidos, a menstruação, de graça na Amazon! Pegue o seu enquanto é tempo. (E não esqueça de que você precisa baixar o aplicativo do Kindle para ler o livro... Mas não se preocupe: esse aplicativo roda no celular, no tablet e no computador!)

O livro se chama "Done with menstrual cramps", algo como "Como acabar com as cólicas menstruais".

Ainda não li o livro, mas parece-me que foi escrito por um comediante que se tornou expert em saúde natural. Então, se o livro não for bom, não me xinguem. A diversão, ao menos, será garantida! :-P

Pegue o livro, ainda hoje, aqui. Não deixe para amanhã, pois ele voltará ao preço normal.

domingo, 28 de abril de 2013

Segunda Vermelha 2013

Este ano, pela primeira vez, vou comemorar a Segunda Vermelha com outras mulheres. Sempre comemorei sozinha, mas dessa vez será diferente.

Se você estiver em São Paulo e quiser se juntar a nós, eis o convite:



sábado, 6 de abril de 2013

Regras da Comida - Michael Pollan

Estava eu em casa, esta semana, muito bem, quando acordei na terça-feira de manhã sentindo uma dor estranha no lado direito do abdômen. A dor logo passou, mas mesmo assim meu marido insistiu que fôssemos ao hospital. Chegando lá, após exames de sangue, remédios para dor aplicados diretamente na veia e uma tomografia, descobri que eu tinha um cálculo renal de 3 mm. Parece pequeno, mas, quando ele está num canalzinho que mede 1 mm, está causando uma obstrução na urina e seu rim direito está medindo o dobro do rim esquerdo, então esses 3 mm fazem toda a diferença. Resultado: uma ureterolitotripsia e cinco dias de molho em casa, além de um dreno, é claro.

Holisticamente falando, eu acho que essa cirurgia aconteceu porque eu não estava dando a mínima atenção a mim mesma. Estava trabalhando há vários fins de semana e só sabia falar das minhas atividades da pós-graduação. Aí, puff, acontece um problema que te deixa de molho e te faz pensar na vida.

Todo mundo sabe que eu adoro ler. E, nesses dias de repouso, consegui terminar algumas leituras. Uma delas foi "Regras da Comida", de Michael Pollan. Um livro pequeno, rápido, composto por 64 regrinhas que todo os seres humanos que comem deveriam ler.



Há alguns anos, comprei "Second Nature: A Gardener's Education", em inglês, desse mesmo autor. Comprei tanto a versão digital quanto a impressa, mas mesmo assim nunca consegui lê-lo. Muito tempo depois, acho que a Intrínseca resolveu se livrar do estoque e comprei, cada um por R$ 10,00, "Regras da Comida" e "O Dilema do Onívoro". E foi nessas férias forçadas que comecei (e terminei!) "Regras da Comida". O livro tem pouco mais de 150 páginas e quase não há texto. No entanto, cada regra tem seu grau de sabedoria, e as frases me marcaram no livro foram essas:


"A comida é um antidepressivo que
 tem um custo muito alto."

"Não coma cereais matinais que 
alterem a cor do leite."

"Se entrou pela janela do seu
carro, não é comida."


Acho que por aí vocês já conseguem ter ideia do tanto de sabedoria alimentar que esse livro pode lhes trazer... E, se eu conhecesse as regras da comida, talvez não acabasse com esse cálculo renal!


sexta-feira, 5 de abril de 2013

Ron Finley e seus jardins comunitários

Olha, faz tempo que não escrevo por aqui. A vida teve altos e baixos nos últimos tempos. E, acreditem, eu achava que minha vida tinha de seguir em linha reta, sem grandes acontecimentos. Aprendi que isso não vai acontecer na terapia, há pouco tempo. Mudanças boas, mudanças ruins. Mas houve mudanças. E muitas.

Uma delas é que, talvez, eu vá mudar de casa em pouco tempo. Amo a casa que tenho, mas acho que vamos nos mudar mesmo. Aí, numa brincadeira com meu marido, eu disse:

"Nossos vizinhos vão sentir nossa falta, tanto pela biblioteca infantil que eu criei no bairro quanto pelas hortas comunitárias que eu ajudei a montar."

No fundo, era uma brincadeira de péssimo gosto da minha própria parte, uma tentativa de brincar com dois sonhos que talvez fiquem para trás.

Primeiro porque eu realmente tinha a idéia de fazer uma biblioteca infantil na minha garagem quando vim morar neste bairro, pois o local onde moro, pasmem, não tem biblioteca. E, sem segundo lugar, porque eu realmente gostaria de ter começado uma horta comunitária aqui onde moro, mas como fazê-lo se trabalho e estudo como louca? Se mal conheço meus vizinhos?

Aí, por coincidência, chega para mim o vídeo de Ron Filey no Ted (infelizmente está em inglês, mas vale a pena assistir):




Ron Filey se cansou de ver as pessoas adoecendo no bairro onde morava, por conta da alimentação errada, e decidiu arregaçar as mangas. Criou o L.A. Green Grounds e hoje, em diversas calçadas, o que se vêem são hortas. 

Sim, hortas. Uma horta que começou na calçada da casa dele e se espalhou por toda a vizinhança. Que utilizou espaços vazios da cidade para criar vida em forma de alimentos saudáveis. Agora ele não precisa quase "viajar" para encontrar alimentos de qualidade e sem agrotóxicos. 

Melhor ainda: além da questão da alimentação, Ron trabalha com pessoas em situação de risco, que andam com gangues, e diz que a jardinagem comunitária é o seu grafite, sua maneira de se expressar.

As crianças também aprendem a plantar e a levar uma vida sustentável. Toda a comunidade agradece pela reapropriação sustentável do espaço.

Um belo trabalho, sem dúvida alguma. Que ele seja uma inspiração para tod@s nós!

Para saber mais sobre o grupo, veja os seguintes endereços:

E-mail: lagreengrounds@gmail.com

Facebook: facebook.com/lagreenground

Flickr: flickr.com/photos/lagreengrounds



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Calendário 2013

Sei que já estamos quase em março, mas não pude deixar de compartilhar essa fofura com vocês!


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Massagem para cólicas com poejo (Mentha pulegium)






As cólicas menstruais, que vão de leves a extremamente dolorosas, são um distúrbio comum entre as mulheres em idade de reprodução. As cólicas são doloridas, espasmódicas e acompanhadas por uma sensação de peso no abdome e na coluna. O útero possui um músculo vigoroso, que se contrai em resposta aos estímulos hormonais da menstruação. Como os demais músculos, responde positivamente a uma massagem.

A receita de óleo de massagem para a região pélvica contém poejo, uma erva muito conhecida e eficaz.

Ingredientes

1 xícara de chá de óleo de amêndoas
15 de poejo seco

Como fazer

Misture o poejo com o óleo de amêndoas em um recipiente de porcelana. Mexa vigorosamente com uma colher de pau e deixe descansar por cinco minutos. Coloque a mistura em uma panela e leve ao fogo na potência mínima ou, se preferir, leve-a ao forno em um refratário em temperatura mínima (100 graus centígrados) por três ou quatro horas. Quando a mistura estiver curada, escorra e inutilize as folhas de poejo-real. O óleo adquirirá um tom amarelo-claro, com fragrância forte de cânfora e hortelã. Conserve o óleo em temperatura ambiente, em um vidro bem fechado e etiquetado, por até seis meses.

Aplicação

Coloque o recipiente do óleo em uma panela com água fria. Aqueça até que se formem borbulhas no fundo. Retire a panela do fogo e despeje uma colher de sopa do óleo na palma da mão. Massageie o abdome e a região das costas para aliviar as cólicas menstruais. Recomenda-se fazer essa massagem logo após o banho. O alívio geralmente é imediato. Ao terminar a massagem, repouse, mantendo os pés elevados e as costas apoiadas em almofadas. Se for o caso, mantenha consigo um pequeno frasco com algumas gotas desse óleo e aplique em pequenas quantidades, conforme a necessidades.

Observação

Se sua cólica menstrual for severa ou prolongada, pode ser um efeito secundário, resultante de algum outro distúrbio. Consulte um médico para obter o diagnóstico e o tratamento apropriados.

 Fonte: Guia Feminino de Saúde e Beleza, de Maribeth Riggs, páginas 81 e 82, editora Angra.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Herta Müller e as plantas




Numa palestra no teatro colonial Heredia, Müller, 59, falou longamente sobre sua infância num povoado camponês da Romênia e de como as plantas foram suas babás. "Meu pais trabalhavam no campo, não tinha irmãos nem ninguém para cuidar de mim, então passava a minha infância no jardim. Ficava olhando as plantas, indiferentes a minha presença, e pensava: sou feita de outro material." Com uma fala repleta de pausas e silêncios ("Fui criada no silêncio"), os olhos azuis e melancólicos muitas vezes voltados para o chão, contou que comia as plantas "para ver se elas me aceitavam como uma delas". No reino vegetal encontrava também seus brinquedos. "Eu pensava: esta planta vai se casar com esta outra. E esta vai sair para tomar chá.".

Fonte: Folha de S. Paulo - 28/01/2013 - Por Cassiano Elek Machado