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domingo, 30 de junho de 2013
Tarô da Fitoenergética e Sorteio no Mulher Verde!
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sábado, 19 de novembro de 2011
Green Woman - The Wildwood Tarot

Orgulho de ser uma Mulher Verde!
sábado, 30 de outubro de 2010
Blogagem Coletiva - Quem fala com você?
Eu comecei cometendo o mesmo erro que quase toda bruxa iniciante comete: achando que a única maneira de me manter conectada ao mundo da divinação era o tarô. Que fique bem claro aqui que ele é um dos meios, e não o único. E ainda bem que eu percebi isso a tempo, ou teria me frustrado bastante por não ser boa de tarô.
Um pouco da minha história com os decks: como sou uma pessoa compulsiva, saí comprando tudo quanto foi tarô, tentando me conectar a um deles. Sei que esse é um processo natural, que a gente vai comprando um deck atrás do outro e, por fim, acabamos tendo afinidade maior por dois ou três. Foi o que aconteceu comigo e, com esta blogagem coletiva, tive o prazer de poder sentar no chão com todos os meus decks e fazer um balanço.
Dentro dessa proposta de achar que o tarô era pra mim, comprei o Tarô Mitológico, o Housewives Tarot, a caixa com o Curso Completo do Nei Naiff, o Tarô Zen do Osho, o Rider Waite, o Tarot of Mermaids [sobre o qual já escrevi aqui no blog], ganhei o Tarô Dourado do Botticelli... Mas, enquanto isso, eu, que sempre soube que minha praia era o feminino (por isso acabei entrando no mundo da bruxaria, e não ao contrário), eu também acabei encontrando alguns decks que me agradam muito, a saber:
Eu amo o Oráculo da Deusa. Não sei se porque foi meu primeiro, mas é um dos que mais uso. E também sei que ele não é um tarô, como logo as bruxas mais experientes vêm dizendo e apontando o dedo na sua cara (rs). Comprei também o Tarô da Deusa Tríplice, que segue quase a mesma linha que ele, mas não tem jeito, não me identifico de jeito nenhum.
O Motherpeace, que é o deck que mais uso hoje em dia, com o auxílio dos livros Mãe Paz e Rituals and Practices with the Motherpeace Tarot (o deck se encontra num lindo case de crochê que a Luciana Onofre me deu de presente!), não é o meu deck mais bonito, mas é um dos que mais me auxiliam em minha busca por autoconhecimento.
O The Wise Woman`s Tarot, da querida diânica Flash Silvermoon (este eu comprei primeiro que o Motherpeace. Pode ser considerado meu primeiro deck voltado exclusivamente para o feminino, se pensarmos que o Oráculo da Deusa é um oráculo, e não um deck de tarô), é muito bonito e suas imagens de mulheres fortes me agradam muito. Ah, e as cartas são bem grandonas!
O Daughter’s of the Moon [ver foto de duas cartas abaixo], criado pela também diânica Fiona Morgan, apesar de ter suas cartas redondas como o Motherpeace, possui uma arte muitíssimo mais sofisticada. Posso dizer, sem sombra de dúvida, que é deck mais belo que tenho.
Quando eu digo para as pessoas que o tarô não é para mim, é porque simplesmente sou incapaz de estudá-lo. Acho-o muitíssimo complexo e, por isso, sempre consulto os livrinhos que os acompanham, pois não consigo fazer uma interpretação sozinha. Isso, no entanto, não me impede de comprar tarôs que acho bonitos, como o Tarot of Jane Austen [na foto abaixo], o Tarot of Trees [sobre o qual já escrevi aqui], o The Goddess Tarot, o Barbara Walker Tarot e até mesmo um baralho da Frida Kahlo que comprei numa exposição (rs).
Além dos tarôs voltados para o feminino, que descrevi acima, tenho grande apreço por alguns que utilizo com o auxílio do mundo verde, que são o The Herbal Tarot, o Jardim Interior, que é um oráculo de flores criado por Denise Maria Cordeiro, e o Flowers of Love, este último um simpático oráculo, com belíssimas cartas, voltado para as questões amorosas, além do Tarô de Ceridwen, um oráculo com poucas cartas, criado pela minha inesquecível professora Teresa Modro. Dela, para consultas rápidas e preguiçosas de minha parte, uso ainda as Pedras de Brigid e as Pedras Rúnicas Celtas, que são peças de cerâmica esmaltada [veja foto a seguir].
Falei muito de tarô até aqui, disse que achava que eles não era para mim (apesar de eu ter um monte deles e usá-los, rs) e agora vou contar para vocês qual o oráculo mais querido, aquele do meu coração: as runas, visto que esse é o panteão com o que venho trabalhando há um tempinho. Tenho dois jogos, um feito pelo Maurício Ferreira, que é o que mais uso, e outro feito por outra pessoa, que uso menos. As do Maurício, feitas de cedro rosa, são meu verdadeiro xodó. As outras, apesar de estarem inscritas sobre sementes, não apresentam uma boa visualização dos símbolos com o passar do tempo, por isso as abandonei.
Essa é a ferramenta divinatória que escolhi para mim e que venho estudando, apesar de parecer que nunca conseguirei aprender tudo (exatamente como com o tarô, rs).
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
Tarot of Trees (Tarô das Árvores)
Um dia, minha amiga Gabriela disse que tinha visto um tarô que era a minha cara. Fui correndo até o site indicado por ela e fiquei um pouco frustrada porque, apesar de já haver as cartas prontas nele, o deck ainda não estava disponível para venda.
Muito tempo depois, voltei ao site por curiosidade e o deck já estava pronto para ser despachado para quem se dispusesse a pagar alguns dólares. Quem conhece meu amor por árvores sabe que eu não hesitei em fazê-lo rapidamente.
Quando as cartas chegaram, eu tive duas impressões diferentes: primeiro, achei as cartas muito pequenas (elas medem 6 x 8,5 cm); em segundo lugar, eu as achei um tanto sombrias (principalmente com a temática outono e inverno), talvez pelas bordas negras de cada carta ou mesmo por conta dos tons arroxeados que dominam no deck.
Há algum tempo, Pietra comentou sobre o deck e eu disse que o tinha. Combinamos que eu tiraria algumas fotos, mas os compromissos da vida não me deixaram fazê-lo rapidamente. Hoje, após o trabalho, com o barulho da chuva vindo lá de fora e alguns trovões se fazendo ouvir, pude fotografá-lo.
Nas fotos, é possível visualizar o deck inteiro, o verso das cartas (belíssimo) e a carta O Hierofante, que é ilustrado por um belo carvalho. Também fotografei o livreto que acompanha o tarô, de uma delicadeza ímpar. O engraçado é que as cartas parecem mais bonitas e alegres no livreto!
Não posso terminar esse texto sem citar o nome da autora, Dana Driscoll. Ela criou o tarô porque passou a infância entre as árvores e, mais tarde, estudou druidismo. É claro que sua consciência ambiental também falou alto nessa empreitada.
São divinas as setenta e oito cartas, com um tipo de árvore representando cada arcano maior. Os arcanos menores também apresentam um padrão de cores apropriado a cada estação do ano/naipe (copas e primavera, paus e verão, espadas e outono, pentáculos e inverno). Também é marcante o uso de espirais em todas as cartas.
Para mais informações sobre o deck:
http://www.tarotoftrees.com/
http://www.aeclectic.net/tarot/cards/trees/
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domingo, 23 de maio de 2010
Nova Jornada

O Seis de Bastões é uma carta alegre, expansiva e cálida; um emblema do poder criativo pessoal. É a imagem arquetípica de Shakti, uma representação visual da pura energia radiante ígnea que emana do centro do poder. Uma roda de seis raios que representa os quatro elementos, mais a mente e o corpo, a imagem de Shakti inspira-se nos ícones indianos de deidades com múltiplos braços. Nas mãos segura seis bastões, cada um encimado por um símbolo diferente: os quatro naipes do tarô (ar, água, fogo e terra) mais o sol e a lua. O leão e a salamandra representam seu lado ígneo; o polvo e a serpente, seu receptivo centro aquático. Estar centrada no fogo, uma vez que ele emana desse centro, constitui uma grande vitória momentânea.
A vitória aconteceu, e Shakti é a vencedora; ela irridia bem-estar. A personalidade assume aqui o comando da intuição e sabe exatamente como lidar com ela. Autoconfiança é a característica principal presente. A liderança brota da paixão pela vida e é preservada em perfeito equilíbrio. Em decorrência disso, a figura acha-se centrada na glória.
Eu tb agradeço a Iony, a Freya, a Afrodite, a Urze e a Hathor. Ao prazer, ao riso e à sexualidade.
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domingo, 19 de outubro de 2008
Carta da Lua Cheia
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terça-feira, 16 de setembro de 2008
Carta da Lua Cheia

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quarta-feira, 4 de junho de 2008
A Temperança - Motherpeace

* A sacerdotisa da Temperança personifica as artes curativas e mágicas inatas ao sexo feminino. (...) Trata-se da mulher feiticeira.
* Embora tenha sido a Igreja Católica que as suprimiu e aniquilou, a caça às bruxas “coincide” com a ascensão da carreira médica masculina. A ciência da cura que sempre fora terreno das mulheres passou a ser de domínio majoritariamente masculino.
* Mulheres habituadas a confiar em parteiras sábias munidas de conhecimento efetivo e seguro sobre temas como controle de natalidade, aborto, gestação e parto, foram abruptamente relegadas ao “cuidado” de machos que as consideravam impuras, contaminadas, asquerosas, indignas de tratamento adequado e merecedoras, talvez, da dor que lhes era imputada. Os novos doutores citavam passagens bíblicas referentes ao “pecado original” para convencer as mulheres de que deveriam aceitar e submeter-se a partos dolorosos.
* E cirurgiões ostentam uma notável avidez por aliviar as mulheres de órgãos como seios e úteros, precisamente os símbolos de seu antigo poder.
* Quando as mulheres não dançam para a Deusa, as energias acumuladas represam-se na forma de depressão ou eclodem como um impetuoso vulcão. A Temperança, assim como a Deusa Vulcânica Pele em seu período inativo, rememora às mulheres sua habilidade natural de equilibrar e harmonizar as energias da terra e do céu, do corpo e da mente, do homem e da mulher.
* Talvez você sinta um chamado para curar alguém ou aplicar sua energia em prol de terceiros. Você se acha imbuído do dom de cura; pode e deve sentir-se livre para canalizar ajuda a outrem, desde que conserve a neutralidade e não permita que seu ego se apegue a esse poder. (...) Sinta-se livre para aplicar esse poder com sapiência.
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terça-feira, 20 de maio de 2008

"O Cinco de Discos retrata a tensão contida no corpo, o tipo de rigidez que decorre da inquietação. Talvez a mente se ache focalizada em questões essenciais de sobrevivência - dinheiro, moradia, trabalho, de onde surgirá a próxima refeição. Mudanças estão se processando no interior, mas não se manifestam visivelmente. A inércia nos ameaça. Conservar a energia circulando, fazendo algo físico, é bastante útil nesses períodos, pois impede que ingessemos em estados obscuros de consciência (ou de inconsciência). Na carta da Mãe Paz, a mulher trabalha com as mãos, sovando, enrolando, batendo, tocando... - todos esses movimentos servem para impedir que sua energia permaneça estagnada.
Preocupar-se não faz bem algum. É melhor mobilizar a energia em direção a metas positivas - use as mãos para fazer pão, tortilhas, esculturas em argila; replante o jardim ou faça uma massagem. Enquanto as mãos permanecem ocupadas, talvez a mente possa usar os Discos no fundo como mecanismos centralizadores para focalizar a calma e intenções mágicas para um porvir melhor."
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