Quando essa febre dos livros de colorir nem sonhava em existir, a titia aqui já havia importado dois deles. Mas não esses livros de colorir fofinhos, de bichinhos, jardins etc. Eu comprei o Girls Will Be Boys Will Be Girls, numa edição mais antiga, com capa amarela. Hoje existe uma versão nova, que você pode até comprar pela Amazon, com a capa bem mais bonitinha. O objetivo desse livro de colorir é desconstruir os papéis de gênero tradicionais por meio de 32 imagens para colorir.
O outro livro de colorir que comprei na época se chamava Cunt Coloring Book, um livro recheado de imagens de vaginas (ou xerecas ou pepecas, como você quiser chamar) para colorir. O livro foi criado por Tee Corine, autora e fotógrafa que, infelizmente, faleceu em 2006.
Este último livro também está disponível para compra na Amazon, mas outro dia chegou até mim um PDF com o livro completo e, como sou a favor de que as mulheres conheçam seu corpo, eu vou disponibilizá-lo para você neste link.
Espero que ele lhe seja útil e que você possa ter bons momentos pintando e conhecendo um pouco mais sobre o corpo feminino.
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quarta-feira, 18 de novembro de 2015
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Pensando no seu corpo
Em outubro, temos o Love Your Body Day. E também é o Mês Mundial do Câncer de Mama. [Aliás, fazendo uma pequena digressão, hoje fui almoçar em uma rede de fast food e vi várias funcionárias de uma empresa, sentadas em uma mesma mesa, usando o lacinho rosa que é símbolo da campanha. Achei fofo.]
Nessa pegada de observar o próprio corpo com outros olhos é que chegou até mim o artigo de uma mulher que resolveu, em um certo momento da vida, tratar seu próprio corpo como um templo. No fim de seu texto, ela deixa algumas perguntas, que gostaria de compartilhar com leitoras e leitores do blog:
Vejam que não se tratar de uma abordagem do tipo "revista Boa Forma". São perguntas que ajudam a tomar consciência desse nosso belo instrumento, seja ele gordo, magro, preto, amarelo ou branco, de forma que possamos viver uma vida mais plena. Afinal, o que você precisa, de verdade, é amar seu corpo.
Nessa pegada de observar o próprio corpo com outros olhos é que chegou até mim o artigo de uma mulher que resolveu, em um certo momento da vida, tratar seu próprio corpo como um templo. No fim de seu texto, ela deixa algumas perguntas, que gostaria de compartilhar com leitoras e leitores do blog:
1) Com base em suas atuais condições físicas, o que
você pode esperar, realisticamente, do seu corpo em seu processo de
envelhecimento?
2) Para onde seus hábitos estão lhe levando?
3) Você consegue correr (ou mesmo andar) alguns metros sem falta de
ar?
4) Seu corpo é apenas um tipo de apoio para você?
5) No futuro, você conseguirá viver sem
medicamentos para dor?
6) Você acha que tem algum tipo de missão na vida?
Seu corpo lhe permitirá atingir essa missão? Ou ele lhe impedirá de atingi-la?
7) O que você faz para ajudar seu corpo a se manter bem?
8) Você consegue dar ao seu corpo o que ele
precisa?
Vejam que não se tratar de uma abordagem do tipo "revista Boa Forma". São perguntas que ajudam a tomar consciência desse nosso belo instrumento, seja ele gordo, magro, preto, amarelo ou branco, de forma que possamos viver uma vida mais plena. Afinal, o que você precisa, de verdade, é amar seu corpo.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
A PÍLULA E OS CICLOS NATURAIS DO FEMININO

A PÍLULA E OS CICLOS NATURAIS DO FEMININO (porque uma das melhores maneiras de amar seu corpo é conhecê-lo!)
A cada dia vejo mais mulheres que querem parar de tomar pílula anticoncepcional. Quase todas, no entanto, não sabem dizer quais são os efeitos desses medicamentos em seu organismo. Só sabem que querem parar de tomá-las, pois geralmente sentem um mal-estar associado a esse tipo de medicamento.
No entanto, mesmo com essa consciência, tememos parar de tomá-la, pois são elas quem regulam nossos ciclos, deixam nossos rostos sem acne, nos livram das cólicas e não nos deixam engravidar.
Acima, listei os motivos pelos quais continuamos a ingeri-las. Mas veja a seguir uma lista dos problemas causados pelas pílulas:
1) depressão;
2) mudança de humor constante;
3) enxaqueca;
4) fadiga crônica;
5) falta de desejo sexual;
6) osteoporose e ossos quebradiços;
7) câncer.
Pense, a partir de agora, que as pílulas são hormônios sintéticos que você está colocando dentro do seu corpo. Medicamentos tomados por via oral acabam com o nosso fígado, imagine se tomados por anos e anos a fio, como as pílulas anticoncepcionais!
O anticoncepcional é uma droga, criada para interferir com uma das funções naturais de seu corpo, que é a fertilidade, a capacidade de engravidar. E o mais estranho é que ele é tomado, em geral, por mulheres jovens, que não apresentam problema de saúde algum. Isso não é estranho?
Dizem que é o medicamento mais usado no mundo todo, ingerido por nada mais nada menos que 300 milhões de mulheres do planeta. Você acha que os laboratórios farmacêuticos contariam a você que os anticoncepcionais afetam o processamento dos nutrientes que ingerimos, que elevam o risco de trombose e embolismo pulmonar? Eles podem colocar isso na bula, mas diga-me quem lê as bulas e as leva a sério?
Não se deixe iludir por essas “pílulas de nova geração”, “minipílulas” ou “de baixa dosagem”. Todas contêm hormônios demais mesmo que tenham essa denominação, fazendo com que as mulheres tenham dificuldades de engravidar quando sintam que chegou o momento.
Ao tomar a pílula, não podemos esquecer que estamos interferindo nos ritmos e ciclos naturais de nosso corpo, adicionando neles até 4 vezes mais hormônios do que os produzidos naturalmente por nós.
Parar de tomar a pílula significa nos responsabilizarmos por nossos corpos novamente. Será uma idéia tão radical assim reconhecer o ciclo menstrual como intrínsecos à saúde física e psicológica da mulher?
Observar-se e decidir o que faz bem ou não ao seu corpo é, sem dúvida, uma rica experiência feminina, que vale a pena tentar.
Danielle Sales
16 de agosto de 2009
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